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A Caixa Econômica Federal divulgou, no dia 9, o Relatório
de Sustentabilidade 2010, em evento institucional relativo à Semana
no Meio Ambiente. No documento, a CAIXA apresenta informações
sobre seu desempenho, nas dimensões econômica, social e
ambiental, bem como as estratégias e políticas que norteiam
as operações. O Relatório recebeu o conceito A+,
o maior da metodologia Global Reporting Initiative (GRI), usada, pelo
quarto ano consecutivo, para elaboração do documento. A
cerimônia aconteceu no Teatro da CAIXA Cultural, em Brasília.
O Relatório de Sustentabilidade foi editado em português,
inglês e espanhol. Para as pessoas com deficiência visual,
foi criada uma versão em CD, com áudio do conteúdo
completo do Relatório. A íntegra está disponível
também no sítio da CAIXA www.caixa.gov.br, em formato PDF,
para consulta e download.
O presidente da CAIXA, Jorge Fontes Hereda, e a ministra do Meio Ambiente,
Isabella Teixeira, aproveitaram o evento para assinar o Termo de Cooperação
com a Agenda Ambiental para a Administração Pública
(A3p). O plano 2011 a 2016, da CAIXA, contempla medidas de ecoeficiência
e gestão de emissões de gases de efeito estufa, com ações
para ampliação do número de agências sustentáveis
e de eficiência energética, além do Projeto de TI
Verde, a ampliação da Coleta Seletiva Solidária,
o fortalecimento do Programa de Compras Sustentáveis - em parceria
com fornecedores - e a Educação Ambiental.
Durante o evento, o presidente da CAIXA anunciou duas chamadas públicas
de projetos, para receber apoio financeiro do Fundo Socioambiental CAIXA
(FSA): projetos de recuperação florestal de nascentes e áreas
que margeiam os corpos d`água, para "Proteção
das Águas de Abastecimento Humano", no valor de R$ 4 milhões
- cujo regulamento foi publicado no mesmo dia 9; e projetos que promovam
a gestão adequada de resíduos de construção
e demolição, contribuindo para a implementação
da "Política Nacional de Resíduos Sólidos",
no valor de R$ 3,8 milhões.
O FSA CAIXA foi criado em 2010, com o objetivo de promover a cidadania
e o desenvolvimento sustentável. O Fundo recebe até 2%
do lucro anual do banco, para realizar investimentos em projetos sociais
- de cidadania inclusiva e geração de trabalho e renda,
e em projetos ambientais - de proteção da biodiversidade
e para cidades mais sustentáveis.
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